sexta-feira, 5 de abril de 2013

ATENDIMENTO MÉDICO ESPECIAL...



Vou contar aqui um caso enlouquecedor que ocorreu durante um atendimento ao pronto socorro...Como dizem, onde você menos espera acontecem os momentos mais loucos de sua vida!

Tinha acabado de sair do trabalho com uma dor de cabeça horrível, tomei aspirina, tudo que pude para aliviar e nada, a última coisa que eu queria era passar no pronto socorro. Porém, decidir primeiro ir para casa, tomar um banho de cabeça e ver se assim passava.
Mais infelizmente nada passou...

Liguei para uma amiga para ir comigo ao pronto socorro, até mesmo porque não me sentia bem para dirigir. 20 minutos  depois já estávamos chegando na frente do posto médico. Nessas horas não há como reclamar se você tiver plano de saúde, tudo se revolve mais rápido, é lamentável, mas é a verdade. 
Ainda precisamos esperar 10 minutos para que pudessem me chamar na sala de atendimento. Minha amiga perguntou se eu queria que ela entrasse,  mas o enfermeiro logo deu sinal que era preferível somente eu, só no caso de eu precisar ficar lá tomando alguma medicação. Também, ia me sentir invadida recebendo algum diagnóstico na frente dos outros, mesmo sendo minha amiga.
Tifanny era casada com uma mulher. Nos conhecemos na faculdade e desde então tivemos um laço fraternal e de confidências muito louca. Cobríamos as besteiras feitas uma da outra. Kkk.
O enfermeiro anotou tudo que me queixei e pediu para que eu aguardasse a médica, que iria me ver, ele passaria todas as informações antes.  


Fiquei deitada na maca esperando o médico, quando de repente me entra uma linda loirinha de jaleco, salto alto, cabelos presos, olhos brilhantes e um corpo com curvar invejáveis por qualquer mulher. Seu nome era Dra. Fabiana, usava um perfume suave que invadiu aquela pequena sala de seu consultório. Quando fiz menção de levantar-me ela colocou as mãos nas minhas pernas dizendo que não precisava, que ia aproveitar para me examinar. Fez um monte de perguntas e entendi que o que ela queria saber era se eu estava grávida. 

Porque todos os médicos do mundo quando vão dar um diagnóstico, sempre pensam primeiro  isso?

Pediu para que levantasse um pouco a blusa para tocar abaixo da minha barriga, aquelas mãos macias e bonitas acabaram foi me excitando com seus toques. Claro, que procurei não demonstrar, mas acredito que os pelos de meus braços me entregaram na hora. Realmente fiquei toda arrepiada.
Fez uma série de perguntas, me examinou, pediu para que eu sentasse, em seguida olhou minha pressão arterial. O toque mais uma vez de suas mãos me deixaram sem ar. E dei um pulo porque daqui a pouco ela ia ficar constrangida com o que estava acontecendo.
Sentando em sua mesa, perguntou se eu estava sozinha, respondi que não, que pedi para minha amiga me acompanhar. Quando ela disse  que  eu iria precisar ficar mais um pouco em observação, ia me colocar no soro com um remédio para aliviar a dor, mas que no momento só poderia solicitar alguns exames e assim que os tivesse feito, poderia levar pra ela e saberiam o que estava acontecendo. Mas acreditava não ser nada grave, talvez mais cansaço, estresse do dia-a-dia do trabalho, assim ela concluiu por eu ter falo que estava realmente enfrentando alguns problemas em meu escritório.
Fiquei com pena de minha amiga e pedi que a chamassem, falei pra ela que poderia ir, agradeci o apoio e que eu pegaria um taxi, que não se preocupasse que só ficaria em observação. E ela como sempre amiga, disse que eu poderia lhe ligar a qualquer hora.
O enfermeiro entrou na sala já com o soro, aplicou e pediu que eu ficasse deitada, qualquer coisa só era tocar a campainha do lado e que a Dra. Fabiana sempre fazia visita aos pacientes, que estaria tendo total suporte.
Ele não mentiu no total suporte, só esqueceu de falar que teria um bônus na situação...kkk. 

O soro acabou após 40 min, já estava me sentindo ótima, quando Dra Fabiana entrou no quarto. Tirou seu jaleco e colocou em cima da cadeira ao meu lado. Sentou-se e perguntou se poderia descansar ali uns 10 minutos, porque não tinha parado um instante. Como dizer não há uma coisa tão linda dessa? Esses 10 minutos foram muito bom, claro que acabou passando, mas senti que ela precisava era desabafar. Estava triste com a separação de sua filha, que estava indo  morar com o pai em São Paulo. Queria consolar ela, mas não queria parecer ousada. Conversamos muito, até que repentinamente a vi sentando ao meu lado na maca. Nossa... Senti  um frio na barriga...

Aquela proximidade... Vi que ela estava sendo simpática, que não era nada demais, mas aquela blusa branca deixava seus seios desenhados, suas pernas belíssimas e eu ficando louca em toca-las.
Olhando nos meus olhos perguntou se eu estava realmente me sentindo bem, afirmei que sim com a cabeça, quando a vi elogiando meus olhos, minha boca, ali eu tinha certeza que algo estava estranho, e se não fosse isso, eu ficaria louca...
A vi levantando-se do meu lado e pensei; não é possível que ela vai sair assim. Tive medo de estar alucinando, quando ela se pôs em pé perto de mim e falou; daqui a pouco estou saindo do plantão, quer que eu lhe deixe em casa? Não quis mostrar que era o que eu mais queria, tentei hesitar, mas ela falou de novo e acabei aceitando sim.
Mas antes de irmos embora, perguntei a ela se eu estava vendo coisa demais ou estávamos atraídas uma pela outra? Se não fosse, me perdoasse, poderia ser efeito do remédio, o cansaço... E ela calou-me pousando seus lábios nos meus e beijando-me carinhosamente, sua língua ávida, quente, fazendo gestos sedutores dentro da minha boca, passei minha mão sobre seus cabelos soltando-os quando a ouvi dizendo; Deixa eu fechar essa porta...
Fique em pé olhando-a fixamente, ao fechar a porta, virou-se em minha direção e começou a tirar cada peça de sua roupa, quando a vi já estava nua... Mas nua totalmente, sem roupa alguma. Achei que eu estava vendo demais
Se aproximando de mim, colou seu corpo no meu, começou a tirar minha blusa e beijando meu pescoço lentamente, colocou suas mãos em meus seios apertando-os de um jeito insaciável. Parecia que ela queria engolir meus seios de tão desejosa que estava lambendo-os.
Me puxou e me fez sentar na maca novamente, puxou minha bermuda e em seguida tirou minha calcinha com a boca. Nossa, eu já nem sabia mais onde estava. Fiquei tão molhada que tive dois orgasmos em poucos minutos. Sua boca começou a beijar minhas pernas até quando senti  sua língua começando a me fuder. Sua língua era deliciosamente quente e grande e entrava de um jeito que não me deixou com outras opções há não ser perder o equilíbrio e gozar em sua boca. Que delícia... Que gozada... Fiquei totalmente sem forças...
Olhei para seu rosto e vi o tamanho da satisfação dela. Acredito que sentiu o mesmo quando dá alta a seus pacientes em recuperação.  Levantei meu corpo e decidi não deixar só por aquilo, a puxei para o meio de minhas pernas, enlacei-a a prendendo, segurei seus cabelos pra trás e mordisquei seu pescoço todinho, senti-a ficando toda arrepiada, meti minha boca em seus seios redondos médios e tesudos, que sensação maravilhosa...Que peitinhos mais gostosos... Peguei a mão e coloquei em sua buceta, mexendo devagar, até sentir o quanto estava excitada, assim que coloquei já pude senti-lá toda melada...
Presa no meio de minhas pernas, eu sentada na maca e ela em pé, comecei a penetrar dois dedos dentro dela, num entra e sai frenético, botava e tirava, botava e tirava...A fudendo de um jeito que ela estava perdendo o controle e quase soltou alguns gritos altos, se eu não a calasse com meus lábios.
Seu suor era de sexo gostoso...
A pedi para gozar em meus dedos, queria sair dali recuperada 100%, quando a ouvir baixinho dizendo em meu ouvido... “Não se preocupe, é agora...”.
Meti com suavidade naquela bucetinha encharcada de sexo, toda molhadinha, ao mesmo tempo passava a língua em seus seios, pescoço e a beijava para que não saísse seus gemidos, senti sua bucetinha apertando meus dedos dentro dela e vi que já estava prestes a gozar, quando enfiei mais fundo e de um jeito que ela nunca mais iria esquecer, poderia fazer sexo com quem fosse, mas uma fudida daquela nunca seria esquecida...
Meti...meti...Meti...Até que a vi tremendo em minhas mãos...E fechando sua buceta até escorrer aquele líquido entre minhas pernas...Que médica tesuda era essa. Que trepada deliciosa em plena madrugada e eu que só queria que passasse aquela dor de cabeça, acabou foi liberando todo meu estress...
Filha da puta gostosa... Agora eu sabia onde ir caso eu passasse mal novamente...kkk
A vi deitar-se em meus braços, beijando levemente meu pescoço...
Nos vestimos, trocamos telefones e nos encontramos mais umas 3 vezes fora do hospital, não preciso nem falar como foi essas transas...kkk.
Depois do 3° encontro, nos reencontramos em uma festa de formatura e para minha surpresa lá fiquei sabendo que ela era namorada de uma das minhas melhores amigas, eu sabia que ela tinha compromisso como eu tinha meus rolos. Mas decidi me afastar, sempre respeitei minhas amigas e não queria que imaginesse que eu tivesse comido sua namorada. Ao menos eu odiaria se fosse comigo...kk.

É isso ai... Mais um desabafo das minhas loucuras...

Até breve!

Bette Roberts Potter.

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