Tem quem goste ou não de forró,
confesso que não era a minha praia, mas fazia dias que umas amigas vinham me
enjoando para irmos ao forró na semana de São João.
Acabei cedendo, porque não? Ia estar
com os amigos, íamos sentar em uma mesa, curtir, beber um pouco, melhor do que
ficar em casa em dia festivo na cidade toda, fazendo nada.
Marquei de passar na casa da Vanessa,
pegarmos mais dois amigos no trajeto ao forró caju e lá fomos nós encontrar os
outros amigos na festa. No carro conversávamos e riamos bastante,
principalmente quando minha amiga Vanessa perguntava o que eu iria fazer cada
vez que um rapaz me chamasse para dançar, sendo que eu não sabia dançar e nem
gostava. Eu disse que ia fazer com que ele pagasse a noite toda umas bebidas, ele
ficaria bêbado, voltaríamos para casa de boa... rs.
Bom, não foi bem isso que aconteceu,
então nem imaginem tal situação. Rs.

Bebíamos e conversa vai e vem, este
casal se aproximou muito de mim e de minha amiga Vanessa que já estava até com
um par que tinha acabado de conhecer sendo convidada a dançar. Teve momentos que
fiquei sem graça com as olhadas do rapaz acompanhado da namorada, eles se
chamavam Eduardo e Pamela. Pamela era tão simpática, conversava sobre diversos
assuntos, me identifiquei realmente muito com ela, falávamos de tanta coisa
relacionada ao trabalho, coincidentemente ela tinha a mesma profissão que eu
Web Designer.
Em meio à conversa, ela pediu licença
ao namorado e sentou-se ficando bem próxima a mim, devido à barulheira do som
alto do evento, precisávamos falar bem perto ao ouvido uma da outra.
Repentinamente senti sua mãe topando em minha coxa carinhosamente, parecia sem malícia, até respirei fundo por estar imaginando coisas, só podia ser a bebida,
será que eu já precisava parar? Mas, quando a ouvi sussurrando em meu ouvido: “ Carol? Me desculpe a ousadia, mas você é
puta linda e gostosa”, dizendo isso sorriu com a cara mais sem vergonha e
eu totalmente sem graça. Será que eu tinha ouvido aquilo mesmo, acho que ela
estava bêbada e não eu....rs
O namorado dela no outro lado já
estava entertido com outros amigos, pelo jeito percebeu que daqui não sairia
nada. Olhei vermelha pra Pamela ela voltou ao meu ouvido falando: “Ficou com vergonha? Não quer dizer que
estou dando em cima não, só falei o que estou vendo.”
- Não... Que bobagem, é que achei engraçado... Não estou acostumada a
receber cantadas..._
tentei deixar o clima mais leve.
- Ah... Para vai? Uma morenaça dessa, coxas grossas, bunda de deusa,
seios volumosos, gostosa pra caralho, um sorriso que chama atenção nunca foi
cantada por uma mulher? Não acredito... – disse ela sorrindo.
- Não... Quer dizer... Sim... Nossa... Já mas... – me atropelei nas palavras.
- Já ficou com alguma mulher? – a pergunta dela veio na lata.
- Não.
- Nem nunca teve curiosidade e nem vontade?
- Não... rs –
eu estava sem graça, mas sinceramente, quem nunca fantasiou certas coisas?
A cara dela foi não acreditando,
bruscamente ela levantou-se foi até o namorado falou algo ao ouvido dele,
deu-lhe um beijo no rosto reaproximou de mim e me puxou pela mão.
- Avisa a sua amiga que vai comigo ao banheiro. Não quero ir sozinha.
- Claro. – Sem
nem pestanejar, falei com a Vanessa deixei minha bolsa com ela e a acompanhei a
Pamela.
Tinha um bar próximo com banheiro,
que tínhamos que pagar, mas bem organizado e limpo. Ao esperarmos uma moça
sair, entramos em um dos banheiros o qual ela pediu para entrar com ela e
segurar a porta porque não confiava nas trancas.
Foi o que fiz, mas ao
entrarmos, ela fechou a porta me pressionando contra ela, senti minhas pernas
ficarem bambas e sentir aquele perfume em cima de mim tão delicioso que tentei
me sair, mas ela olhou pra mim fixamente e disse murmurando; - Se você disser que não quer que eu a beije, eu te largo agora, sem
problemas, voltamos lá e nada aconteceu.
Não sabia o que dizer, nunca tinha me
acontecido nada assim, estava sem palavras e eu queria beijar aqueles lábios em
forma de coração que estavam bem perto dos meus, só que não saia palavra alguma,
quando comecei a sentir sua boca encostando na minha carinhosamente e suas mãos
passeando no meu corpo. Nossa, meus seios ficaram rígidos, minha respiração se
perdia e logo senti sua língua procurando a minha, onde logo correspondi
abraçando-a apertando seu corpo sobre o meu.

Que sensação deliciosa, que peste era
isso? Eu estava ficando excitada com uma mulher me tocando? Eu estava ficando
louca? Mas estava muito bom, gostoso demais, não conseguir me conter, tirei a
camiseta branca que ela vestia e passei a língua também em seus seios, eu
estava com tanto desejo de ficar com aquela mulher que implorei para tocar ela.
E foi o que fiz, desci da pia, me abaixei, levantei sua saia, coloquei de lado
a calcinha dela e coloquei meu dedo dentro lentamente.

Sorrindo afirmei que não, ela me
puxou pra cima da pia de novo, descendo, puxou minha legue; - Agora é minha vez de fazer você saber o que é fazer sexo com uma
mulher de verdade, já que nunca fez.
Beijou-me carinhosamente, mordiscando
meus lábios e minha orelha me deixando mais excitada do que já estava, ficava
murmurando palavras safadas ao meu ouvido e seus dedos me tocavam fazendo círculos
deliciosos.
Mordendo meu pescoço Pamela,
penetrou-me com um dedo bem vagarosamente, estava tão gostoso, que eu me mexia
querendo que ela não parasse, percebendo isso, senti mais dois dedos entrando
em mim. Ela metia num vai e vem numa foda gostosa e me apertava sobre seu
corpo.
- Eu vou fazer você gozar de um jeito que nunca mais vai esquecer esse
forró de hoje. – Falou
ao meu ouvido.

Apertei sua cabeça com minhas pernas
enlaçadas em seu pescoço e sentia aquela língua me fodendo entrando e saindo,
entrando e saindo... Entrando e saindo... Já não estava suportando mais
segurar, precisava gozar na boca daquela gostosa.
Murmurei alto que não ia
conseguir segurar mais, quando ela se levantou e me deixando sem entender merda
nenhuma, me deu uma raiva, não acreditava que ela ia me deixar daquele jeito,
foi quando ela me segurou fazendo-me virar e ficar de bruços na pia, encostada,
abaixou-se novamente e com o dedo enfiando em minha buceta, sua língua penetrava
em meu cuzinho... Agora que eu não iria conseguir me controlar mesmo, além de
ser penetrada com aqueles dedos gostosos na minha buceta, sentia aquela língua quente
me fudendo por trás, eu queria mais e mais... Eu estava pronta pra gozar
naquela boca e naqueles dedos, quando ouvi sua voz; - Quer gozar? Quer gozar gostosa?
Respondi que sim com a cabeça sem
conseguir falar nada, quando ela levantou-se, já de frente meteu a boca de novo
na minha buceta, me olhando com cara de puta que sabia a miséria que estava
fazendo em mim, pediu para gozar na boca dela, a deixar toda melada. Não
precisou pedi muito em poucos segundos, meu gozo a deixou melada, me mexi tanto
em sua boca, meu corpo era jogado pra trás, não consegui controlar os gritos,
só lembro-me do instante que explodiu todo aquele gozo dentro de mim saindo...
- aiiiiiiiiiiiiiii.....Ai, fode, fode porra, fode... Toma na sua boca safada... Sua puta...
- Isso me dá... Me dá tesuda... Me dá.....
Loucamente me contorci toda em cima
da pia gozando na boca de Pamela. Foram os 30 minutos de minha vida mais rápido
e estonteante que já tive sexualmente falando. Me senti uma safada como nunca
imaginei, mas que foi gostoso foi e valeu a pena.
Nos recompomos, minha respiração continuava
ofegante. Ela sorria perguntando se eu tinha gostado, com não? Só não sabia
como sair dali, se teria gente lá fora há horas esperando usar o banheiro. Se
ouviram algo? Tinha me esquecido até onde estávamos... Àquela mulher me fez
perder a cabeça.
Ela tão filha da mãe que era me
acalmou falando que não se preocupasse com isso, que esse pessoal já estava bem
acostumado com situações como essa, talvez não com duas mulheres... rs. E que
antes de entrarmos ela tinha dado uma gorjeta ao garçom para ficar de olho e
não deixar ninguém entrar.
Sai do bar desconfiada e ela bem
tranquila, com certeza não era a primeira vez que fazia isso, no caminho
perguntei a ela, se o namorado não iria desconfiar da demora. E ela já tinha a
desculpa perfeita.
- Com essa multidão? A fila do banheiro estava cheia.

- Quero você de novo, em outro lugar, outras vezes e sei que você vai
querer. Sei que essa noite, não vai dormir lembrando todos os detalhes, então
me passe logo seu número de telefone, e-mail.
- Você é sempre assim?
- Nem sempre, geralmente depois de acontecer não me interessa mais, então
sinta-se lisonjeada meu bem, porque é gostosa, não julguei errada ao bater meus
olhos em você assim que chegamos aqui.

Ao chegarmos lá, o namorado perguntou
sobre a demora, ela já tinha a desculpa e Vanessa chegou até mim sorrindo e
falou; - Ela te pegou de cheio no
banheiro?
Olhei assustada pra Vanessa... – Que...?Como assim?
- Calma mulher, estou brincando... rsrs. Sei que você não cederia, é que
a Pamela é Lésbica e o carinha do lado não é namorado, ele finge ser, por causa
da família dela, ele é gay também. Pensei que tivesse percebido. O que falei
dele estar de olho em você foi achando que tinha entendido que ele era gay, tão
visível olha o jeito que ele fala, senta... – Vanessa falava
sorrindo como se não acreditasse que eu não tinha visto. - Bom, e ai vamos tomar uma cerveja agora? Pela sua cara está precisando.
E como estava então ela era lésbica,
sabia bem o que queria. Filha da mãe. Com certeza eu fui mais um brinquedo em
suas mãos e não iria vê-la mais, não queria também, foi um ato de loucura,
cegueira.
No outro dia acordei com uma ressaca terrível,
liguei para o escritório dizendo que só iria à tarde. Ao chegar em casa tomei
uma ducha e cai na cama sem roupa de tão cansada. Lembrava de cada momento da
noite anterior, que mulher louca era aquela. E que loucura eu tinha cometido?
Ao vestir o roupão fui preparar uma xícara de café quando ouvi o interfone tocar, era o porteiro avisando que tinha
chegado umas flores. Mas de quem seria? Quem seria o louco.
Ajeitei meu cabelo prendendo-o
rapidamente e abri a porta ao ouvir a campainha tocar do apartamento, quando
abri tinha umas lindas rosas na mão de uma pessoa esbelta, alta, morena, olhos
castanhos claros e lindos. Era Pamela, fiquei surpresa.
- Não me convida para entrar?
- Claro... Entre... Como descobriu meu endereço? O que está fazendo
aqui...?
- Segredo de estado. Achou que ia lhe tratar como qualquer outra porque
eu era lesbicas? Eu sei que sua amiga lhe contou. Não gostou da surpresa?
Impossível não gostar...
Nossos olhos se fixaram um no outro e
ao mesmo tempo em que eu ficava sem saber o que dizer o que sentir, meu corpo
reagia de forma contrária desejando ardentemente estar nos braços dela de
novo...
Bom... Essa outra história fica pra
depois.
Termino aqui e espero que tenham
curtido. Em breve a continuação...
Beijos delicias na boca e no corpo
inteiro bem molhado.
Bette Potter.
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