Tinha tido dois dias de folgas e me senti um lixo, isso é o
que dá, acostumada a estar 24 horas enterrada no trabalho.
Queria sair, dar uma volta, mas do jeito que as coisas
estavam, dava até medo tentar fazer isso uma hora daquelas. Mas, ao menos ia
descer até a padaria e comprar algo diferente para comer.
Troquei de roupa, peguei a chave do carro e fui até a
padaria mais próxima, para minha surpresa, estava fechada. Não entendi que
padaria, escrito 24 horas fica fechada. Não iria voltar pra casa desse jeito,
tomei coragem e desci até o centro da cidade.
Nossa, aquela hora ficava tudo tão calmo e mais bonito, as
luzes brilhava na cidade toda. Finalmente tinha acabado de achar uma lojinha
aberta no posto de gasolina. Iria me encher de sorvete nessa noite, estava
precisando...
Sabe essas lojinhas rápidas que encontramos nos postos de
gasolina? Nossa isso ai é a salvação de muita gente nessas horas da madrugada,
como foi a minha, só que confesso que acabou sendo de uma forma mais intensa...
kkk.
Assim que entrei me deparei com dois jovens atendendo, na
base de uns 25 a 27 anos. Pareciam irmãos. Um rapaz moreno claro, olhos pretos
profundos e bem fofinho e uma loira, olhos claros, não conseguir distinguir até
hoje se eram verdes ou azuis. Cabelos longos, cacheados, e uma boca tão pequena
mas bem provocativa. È confesso, que não
conseguir prestar atenção em mais nada...kkk.
Fui logo procurar o que eu queria, porque meus pensamentos
estavam começando a ficar impuros demais. Peguei sorvete, salgadinhos, e um
pedaço de torta de morango. Nossa que delícia. Comecei a procurar uma bebida
mais calórica, mas não estava encontrando, quando decidir perguntar aos dois,
para minha surpresa a mocinha estava em pé organizando as prateleiras. Nossa
que cheiro irresistível...

Tentei voltar ao estado normal, mas foi impossível quando a
vi pegar a bebida que falei e me entregar.. . Não estava sendo a minha
impressão, suas mãos tocaram a minha de um jeito convidativo sim. Mas, nessas
horas que achamos que sabemos o que fazer, somos as mais perdidas. Quando me perguntou se queria mais alguma
coisa, quase falei... Você...kk. Mas me contive. Perguntei se eles tinham vodka
por ali, ela falou que tinha, mais como tinha acabado, e o estoque chegou no
final da tarde ainda estava para ser tirado das caixas se eu aguardasse ela
providenciaria. Falei que não precisava,
mas ela insistiu, pedindo que por favor esperasse que ela pegaria...
Acabei aceitando. A vi sumindo atrás daquele porta da loja e respirei fundo
para me recompor...
Olhei para o balcão e seu irmão estava olhando pra mim
sorrindo, como se soubesse o que sua irmã estava me causando. Com certeza eles
estavam acostumados a provocar as pessoas. Ou ele sabia do que sua irmã era bem
capaz.
De repente uma voz feminina lhe chamou lá de dentro do
almoxarifado. O vi entrar na sala e rapidamente ao sair me chamou;
- Senhorita, minha irmã está perguntando se pode ir lá
dentro, ela está em dúvida com a bebida que falou.
- Claro – respondi sem ação. O que eu ia fazer ali dentro?
Se antes de eu decidir dar aquela saída era para aliviar a minha tensão,
imagine naquele momento o quanto estava lá em cima.
Entrei e a chamei, quando a vi sentada em um caixote com as
pernas abertas e a caixa no meio delas.
- Oi, temos dois tipos aqui bem especial, qual seria de sua
preferência? – Ela me perguntou segurando as duas garrafas e toda suada.
Tadinha, foi fazer aquilo tudo para agradar sua cliente. A blusa branca tinha
ficado transparente com aquele suor todo. Dava pra ver seus seios rigídos tão
pequenos e formosos.
Precisava tirar aquilo da minha mente. Peguei a bebida que
queria das mãos dela, quando a vi levantar-se e encostar seu corpo no meu, seus
olhos me encararam de uma forma louca como se estivesse me despindo naquele
momento. As minhas pernas bombearam... Não tinha forças mais...
Perguntei o que ela estava fazendo e ela apenas disse; O que
você estava querendo desde que entrou por aquela porta. Mas que droga, como eu
pude deixar tão claro assim?
Ela não estava mentindo eu a queria muito em meus braços,
queria tirar aquela blusa molhada e passar a língua no seios dela. Meus
pensamentos estavam tão forte que só senti quando ela puxou minhas mãos e
colocou sobre seus seios. Meu pai do céu, que tormento de mulher era aquele?
Não ia conseguir me controlar mais, coloquei a bebida dentro
da caixa, a arrastei para os fundos e encostei-a na parede, colocando minha
boca todinha sobre seus seios e lambi de forma gulosa a fazendo gemer jogando a
cabeça pra trás.
Levantei sua pequenina saia jeans e meti minha mão por
dentro de sua calcinha que estava toda molhadinha. A vi levantando a perna e
segurando minha mão para que enfiasse mais profudamente. Que loira safada,
gostosa, e cheia de tesão.
A peguei e a fiz sentar-se no caixote que estava quando a vi
ao entrar ali, abaixei-me e meti a boca dentro dela, suas mãos seguravam minha
cabeça, apertando meus cabelos, e cada vez que eu enfiava e tirava a minha
língua, a ouvia gemer, pedindo mais... Mais... Mais...
A puxei pra mim segurando-a na cintura e sem dó meti dois
dedos dentro dela e comecei a brincar com minha língua por cima, se ela
esperava comandar aquela situação percebi que perdeu totalmente a noção ali
quando a vi implorando para não parar...
Passei a língua de novo em seus seios, dando uma mordidinha
de leve, senti suas mãos quentes e molhadas passando em meu rosto e me puxando
para beijar sua boca. Sem perder mais tempo beijei aquela boquinha pequena, que
delícia... Se eu não a estivesse comendo eu juraria que ela era virgem... kkk.
A tomei em meus braços, beijando-a alisei seus seios e desci
novamente as mãos sobre suas coxas grossas, apertei-as e penetrei meu dedo em
sua vagina, comecei a fazer círculos carinhosos, abrindo-a todinha, quando a vi
ficando mole e pronta para gozar, não perdi tempo em me abaixar e colocar minha
boca no meio de suas pernas. Não demorou a sentir aquele líquido quente e
gostoso daquela loirinha safada em minha boca.
Não precisou que me tocasse porque só em ver aquela putinha
gozando daquele jeito, me deixou molhada e me deu um prazer inigualável.
A vi caída sem forças no chão, sem sutiã, sua saia levantada
na cintura e sem calcinha... Seus olhos não paravam de se fixar em mim.
Levantei a beijei calorosamente nos lábios e agradeci por
aqueles minutos de prazer, que eu estava à procura de algo para aliviar minha
tensão e acabei aliviando mais coisas que o esperado. Com seu sorriso safado
perguntou se eu não poderia passar a frequentar mais sua loja. Como dizer não?
Apesar de não ser solteira, não poderia deixar de saborear um pouco mais
daquela moça tão cheia de desejo.
Sair da loja com o que fui comprar, com minha bebida quente
e ao despedir-me de seu irmão no balcão, percebi que o moleque era totalmente
gay, com certeza fazia o mesmo que aquela vadia...Mas, o importante é que o
atendimento foi muito bom e não tinha o que reclamar.
Voltei para casa, e me afundei no pote de sorvete tão cansada que acabei pegando no sono mais rápido que esperava.
Bom, essa foi mais uma das minhas loucas histórias de
vida...
Espero nos encontrarmos também por ai nas madrugadas.
Beijos e até mais!
Bette Roberts.
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